O Código Da Vinci é um romance de suspense e mistério escrito por Dan Brown, publicado em 2003. A trama gira em torno de Robert Langdon, um simbologista de Harvard, e Sophie Neveu, uma criptologista francesa, que se envolvem na investigação do assassinato de Jacques Saunière, o curador do Museu do Louvre, em Paris.
A investigação leva Langdon e Neveu a uma busca por um segredo milenar oculto nas obras de Leonardo da Vinci, revelando a suposta verdadeira história de Jesus Cristo e seu relacionamento com Maria Madalena. A narrativa mistura história da arte, criptografia, simbolismo religioso e teorias da conspiração, o que contribuiu para o seu enorme sucesso e controvérsia.
Principais elementos e temas do livro:
O Priorado de Sião: Uma sociedade secreta milenar, supostamente protetora do segredo de Maria Madalena e descendentes de Jesus. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Priorado%20de%20Sião)
Maria Madalena: O livro apresenta Maria Madalena como a esposa de Jesus Cristo e a portadora do Santo Graal, que não seria um cálice, mas sim a linhagem sanguínea de Jesus. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Maria%20Madalena)
O Santo Graal: Desmistificado no livro como a linhagem sanguínea de Jesus Cristo, perpetuada através de Maria Madalena. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Santo%20Graal)
Leonardo da Vinci: Suas obras, particularmente a Mona Lisa e A Última Ceia, são apresentadas como contendo mensagens codificadas que revelam o segredo. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Leonardo%20da%20Vinci)
A Igreja Católica: A história retrata uma facção dentro da Igreja Católica, liderada pelo Opus Dei, tentando suprimir a verdade sobre Jesus e Maria Madalena para manter o poder e a tradição. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Opus%20Dei)
Criptografia e Simbologia: A resolução de enigmas e a interpretação de símbolos são elementos centrais da trama, impulsionando a busca pela verdade. (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Criptografia) e (https://pt.wikiwhat.page/kavramlar/Simbologia)
Controvérsias:
O livro gerou grande controvérsia, especialmente entre líderes religiosos e historiadores, que criticaram a sua representação imprecisa da história da Igreja, da Bíblia e de figuras históricas. Muitas das teorias apresentadas no livro são consideradas pseudociência e fantasia. Apesar das críticas, o livro continuou sendo um sucesso de vendas e popularizou temas relacionados à simbologia e teorias da conspiração.
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